
Educar vai muito alem da sala de aula
“Estava agora no hospital, e vi uma cena que me chamou bastante atenção. Entrou uma mãe, na hora de fazer o preenchimento da ficha, do lado de um garoto dos seus 9, 10 ou 11 anos. O menino entrou no modo avatar, ficou ali, conectado no seu celular o tempo inteiro. A mãe respondendo as perguntas, a mãe falando tudo sobre, o tempo todo o menino assim. Ele entrou no modo avatar e saiu no modo zumbi. Eu fiquei pensando, ele não aprendeu a dizer bom dia para o atendente, não dizer boa, obrigado, não dizer o nome dele, a idade dele, o que ele estava sentindo. E aprender com isso, a olhar no olho, a prestar atenção, a se fazer responsável pelo seu processo. E qual o problema disso, você pode perguntar? O problema é que, dentre outras perdas muito grandes, a inteligência emocional fica incrivelmente comprometida, quando o pequeno imperadorzinho, ou a princesinha, acaba deixando de aprender a perceber emoções alheias, a entender o contexto em que está, a se fazer comunicar e principalmente, a agradecer, elogiar, parabenizar. A gente vem observando hoje, com olhos tristes na psicologia, um decréscimo de mais de 40% nos níveis de empatia, pesquisa recente do High School norte-americano. No Reino Unido, o dobro de comportamento antissocial. Então, pai, mãe, aproveita as oportunidades triviais no mercado, no hospital, no sacolão, nas situações simples, para lembrar que a educação é muito maior do que a sala de aula.”
A violência psicológica é realmente incapacitante, ela destrói o amor próprio e a alma feminina. Psicoterapia é imprescindível na reconstrução da estrutura psíquica da vítima.

Assista ao vídeo deste reel e outros mais no Instagram clicando
no ícone ao lado ou no link abaixo:
https://www.instagram.com/reel/ChcPOvdlLtj/

Deixe uma resposta